FESTA
No início da noite transcendo
luzes e pessoas me invadem
rostos sem sorrisos distantes
buscando na festa sua presa.
Sons tocam meu psicológico
mudo minha personalidade
uma farsa erótica surge vão
como objeto me sinto mal.
A folia anima os amanhãs
os ontem escondem baderna
hoje sinto o suave cheiro seu
Depois não existe mais vento.
Tomo uma cachaça na esquina
numa velha quitanda empoeirada
converso com um ébrio filósofo
onde jamais a riqueza será.
No relento sereno seu nome
um antigo poeta literário
nas viagens travando sonhos
em caravelas perdidas no mar.
Confeites de carnaval no dia
serenatas com bandeiras vivazes
ouço passos enfeitados ouvires
nas montanhas de serras eleitas.
De Wlielton Martins
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